sexta-feira, 23 de março de 2012

Entre 2001 e 2010 as mudanças no clima tiveram uma aceleração maior

Entre 2001 e 2010 as mudanças no clima tiveram uma aceleração maiorDe acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), em um relatório preliminar da década sobre o clima mundial, a mudança climática entre os anos de 2001 e 2010 tiveram uma aceleração. Esse período foi formado por grandes chuvas, temperaturas extremas e também diversos fenômenos meteorológicos.
Hoje, sexta-feira, que é comemorado o Dia Meteorológico Mundial, o documento emitido pela OMM, diz que os dados foram coletados de 102 países e que, em 63% dos países da listagem, ocorreram enchentes nesse período e, 43% deles foi registrado problemas de seca.
No Hemisfério Norte, principalmente no leste dos Estados Unidos, norte e leste do Canadá, Europa, Ásia Central, Colômbia, norte e sul do Brasil, Uruguai e o norte da argentina, houve volume de precipitações acima da média se comparado aos anos anteriores.
Em contrapartida, no oeste dos EUA, sudoeste do Canadá, Alasca, sul e oeste da Europa, sul da Ásia, América Central, África Central e a Amazônia as precipitações estiveram abaixo da média. As temperaturas, nessa década, como pudemos perceber, estão entre as 10 mais quentes desde que os registrados começaram a ser feitos, no ano de 1950.
Praticamente todas as regiões do planeta foram marcadas por fenômenos meteorológicos extremos, como enchentes, secas, ciclones e ondas de calor e de frio. Nos anos de 2003 e 2010 a Rússia e Europa registraram temperaturas alarmantes, com verões que ocasionaram em várias mortes e incêndios.
Entre o ano de 2001 e 2010, a diminuição da superfície do Oceano Ártico, que é coberto por gelo, continuação o seu processo, sendo que o nível mais baixo de extensão de gelo ocorreu no ano de 2007.
Em novembro do ano passado foram apresentadas na 17ª Conferência de Mudança Climática da ONU, realizada na cidade sul-africana de Durban, as primeiras observações do Relatório Anual de 2011 sobre o Estado do Clima Mundial, que hoje confirmam que o ano passado foi o 11º ano mais quente e também o segundo em que o gelo do Ártico registrou seu nível mais baixo.

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